4 maneiras de se libertar do antigo “eu” e viver uma vida plena

Enquanto caminhava apressadamente pela estrada, um monge foi abordado de repente por um homem alto e forte.

monge 1

— Por favor, senhor — disse ele ao monge.

— O que você quer? — retrucou o religioso.

O homem, meio sem jeito, disparou:

— Vejo que o senhor é um monge. Queria lhe pedir um favor. Liberte-me desta vida de pecados que tenho levado. Sou um criminoso. Um ladrão.

O monge olhou atentamente para o homem, sem proferir uma única palavra. Ajoelhado no chão de terra batida, o cidadão continuou:

— Tenho medo do que pode acontecer comigo aqui na terra e depois que eu morrer. Não tenho paz nem por um segundo. Liberte-me desse pesadelo, por favor!

Com os olhos fechados, o monge pareceu meditar por um instante. Respirou profundamente, deu um sorriso e falou:

— Estou com tanta sede… Você sabe se há uma fonte por aqui?

O tal homem não entendeu nada. Mesmo assim, respondeu:

— Tem um poço velho logo ali na frente. O senhor deu sorte.

Vector-Well

Os dois caminharam até lá. Como não havia balde, corda ou sequer uma roldana naquele poço, o homem propôs ao monge:

— Tive uma ideia. Tenho uma corda aqui comigo. Posso amarrá-la na cintura e pousá-lo lá embaixo. O senhor poderá beber quanta água quiser e, quando terminar, é só balançar a corda que eu o puxarei de volta para cá.

O monge ficou contente com a solução. Desceu até o fundo e, depois de saciar a sede em meio à escuridão do poço, gritou:

— Pode puxar!

O homem começou a puxar a corda para içar o monge. Puxou, puxou… e nada de o monge subir. A corda sequer saiu do lugar. Ele fez ainda mais força. Nada. Mas que diabo?, pensou. Esse monge é tão franzino. Mas agora parece pesar como chumbo!

empacado

Curioso, o homem enfiou a cabeça no poço para ver se encontrava o monge. Qual não foi sua surpresa ao vê-lo agarrado a uma enorme pedra.

— Ei! O que você está fazendo? — gritou — Pare com essa brincadeira. Largue essa pedra! Não consigo puxá-lo com esse peso!

monge com pedra

O monge largou a pedra e, calmamente, respondeu:

— Escute bem o que vou lhe dizer, meu rapaz. Você é grande e forte. Mas mesmo com toda essa força você não consegue me levantar enquanto estou agarrado a esta pedra. É exatamente isso que acontece dentro de você.

O homem permaneceu calado. O monge continuou:

— Você se considera um ladrão, um criminoso. Está agarrado a essas ideias como eu estava atracado a esta pedra. Desse jeito, mesmo que eu ou qualquer outra pessoa faça um esforço enorme para reerguê-lo, não vai adiantar nada! Tudo depende de você. É você quem decide se vai continuar preso a estas ideias que vem mantendo sobre si mesmo ou se vai abandoná-las e se dar uma nova chance.

peso

Lá do alto, o homem esbravejou contra o monge:

— Meus pais me expulsaram de casa. Meus amigos me abandonaram. Todos na cidade me odeiam. Estou há anos cometendo crime após crime. Não dá para simplesmente passar uma borracha em tudo isso! Mesmo que eu decida mudar, vou continuar um pária na sociedade.

O monge (que, ironicamente, era quem ainda estava no fundo do poço), respondeu sem alterar o tom de voz:

— Pensamentos ilusórios de todos os tipos têm projetado suas sombras neste mundo, lançando muitas pessoas na escuridão. Essa escuridão é o que chamamos de aflição, sofrimento, infelicidade. Mas a escuridão é apenas a ausência de luz. Ela não existe de verdade. Se você está numa sala escura e acende uma lâmpada, o que acontece? A treva some imediatamente. A mesma coisa acontece com a gente. Seus pensamentos negativos sobre si mesmo são como a escuridão. Na realidade, você é um homem de bom coração. Só precisa deixar que esta luz — a sua luz — expulse as trevas da sua mente. O resto — sua nova vida — virá naturalmente. Mas você precisa largar essas ideias que não pertencem mais a você. Perdoe-se e siga adiante. Se você não se perdoar, ninguém o fará.

diwali

Ao constatar o silêncio arrebatador que vinha lá de cima, o monge ordenou:

— Vejo que você entendeu o que eu disse. Ótimo! Agora pode me erguer. Já me desprendi desta rocha.

Uma vez fora do poço, o monge encarou o homem com um sorriso cheio de bondade. Seguiu seu caminho sem dizer mais nada. O homem finalmente despertara para o bem.

***

Você obviamente não precisa ser um criminoso para decidir ser uma nova pessoa, começar do zero e seguir seu verdadeiro “eu”. De uma forma ou de outra, todos desejamos nos tornar uma versão melhor de nós mesmos. E, para cada um, essa “melhor versão” tem um significado — nada mais justo, já que somos tão diferentes em nossas jornadas.

inner self

Para alguns, entrar em contato com sua verdadeira essência significa mudar (urgentemente) de emprego. Para outros, quer dizer ser generoso e tolerante. Tem quem deseje livrar-se da pecha de pai ausente e passar mais tempo com os filhos. E há aquelas almas iluminadas que almejam mais paciência com o irmão caçula sem-noção. Não importa. Se quisermos mesmo um novo “eu” — do tipo que sobrevive às promessas de início de ano — temos que “abandonar a pedra” em algum ponto do caminho.

Fácil falar, difícil de fazer, você deve estar pensando. E está certo — ao menos em parte. O processo em si é até bem simples. Nossas crenças e nossa biologia é que não ajudam, como você vai ver a seguir.

TODOS CARREGAMOS ALGUM TIPO DE BAGAGEM ideias sobre nós mesmos e os outros, experiências passadas, lições aprendidas (ou não tão aprendidas assim), mágoas, ressentimentos, frustrações, tristezas, perdas, injustiças… Somos biologicamente programados para encher nossa mala mental com todo tipo de quinquilharia. Isso porque, na evolução da nossa espécie, sobreviveram (e passaram os genes adiante) aqueles que foram capazes de fazer uma leitura minuciosa do ambiente para evitar os predadores. Era questão de sobrevivência.

Como resultado, tornamo-nos exímios acumuladores de informações. Só que ninguém treinou nossa mente para se desfazer do que já não nos serve mais. Imagine ter um armário em que você coloca ali todas — absolutamente todas — as coisas que você ganhou, comprou ou herdou desde a infância sem nunca ter se desfeito de nada. É esse o fardo mental que carregamos.

hoarder

Como se não bastasse, crescemos com a ilusão de que nossa essência é imutável; para ficar na analogia do armário, achamos que ele nunca pode ser trocado, esvaziado ou ter suas bugigangas substituídas por coisas mais legais. Pior: acreditamos piamente que somos a soma de tudo o que está lá dentro — as bonecas, os brinquedos, as meias velhas, o livros empoeirados e até sapatos que não servem mais. É como se nosso “eu” fosse um imenso Lego, em que cada pecinha representa uma viagem, um elogio na infância, um trauma, uma felicidade, uma mágoa — e que jamais poderá ser arrancada.

homem lego

O problema com esse tipo de crença é que acabamos nos apegando às coisas do nosso armário mental, como se elas definissem quem somos — mesmo que não passem de entulhos, trapos ou puro lixo. Se alguém láááá atrás te chamou de “idiota”, pode ser que até hoje você duvide da sua capacidade (esse “presente de grego” ainda está lá nas suas gavetas, já que você nunca pôde se desfazer dele). Ou se uma pessoa importante, em um momento de raiva, foi injusto com você, é bem provável que esta mágoa esteja latente até agora na sua bagagem, tornando-o ressentido com a vida (e, provavelmente, com a pessoa em questão).

Não queremos admitir, mas somos apegados a todas essas ideias, ainda que inverídicas. É por isso que dói tanto se desfazer delas. Estamos tão familiarizados — e agarrados — a nossos traumas, frustrações e tristezas que eles parecem parte da gente. Abandonar qualquer um deles é como amputar uma perna ou um braço.

A BOA NOTÍCIA É QUE, DE ACORDO COM pesquisas recentes, essa dor é exatamente isso: uma ilusão. Podemos abandonar todo tipo de quinquilharia psicológica na hora que quisermos. No TED Is there a real you? (Existe um você  de verdade?), o filósofo Julian Baggini defende que nossa essência é a soma de nossas experiências, e não uma “entidade” que “possui” essa ou aquela qualidade.

104253-OMDZM4-91A mudança de ponto de vista é sutil, mas na prática faz uma enorme diferença. Segundo Baggini, assim como mudamos a imagem de um quebra-cabeças ao trocarmos suas peças, basta mudar nossas experiências para termos um novo “eu”.

Isso não significa que o que você passou ou fez no passado vá desaparecer automaticamente. Longe disso. Mas podemos começar a colecionar novas peças em substituição às antigas até que a nova imagem finalmente apareça.

Delírio? Nem um pouco. Na realidade, essa troca de um “eu” por outro, melhor e mais evoluído (espero), já acontece sem a gente perceber. Reveja algum vídeo seu de dois ou três anos atrás e diga se não sente um pouco de vergonha (alheia) pelo que você era naquela época. Pois é. De lá para cá você vivenciou outras coisas. Cresceu. Tornou-se outro “eu”.

Mas será que há como fazer essa mudança de um jeito mais organizado?

FELIZMENTE, EXISTEM INÚMERAS MANEIRAS DE abandonar aquela pedra enorme no fundo do poço e abraçar um “novo eu”, mais leve e verdadeiro.  O monge budista Thich Nhat Hanh, autor de Sem Lama não há Lótus (Ed. Vozes), entre outro punhado de livros, é um dos maiores entusiastas da meditação e da respiração consciente como forma de entrar em contato com a nossa essência ― que ele chama de natureza búdica.

thich

Uma das técnicas que o monge Zen mais recomenda é a da concentração. Para isso, basta escolher um objeto, de preferência pequeno (para que você não precise mover os olhos para vê-lo por inteiro), e centrar sua atenção nele por alguns minutos. O monges costumam usar a chama de uma vela para este exercício, mas você pode escolher qualquer coisa. Sempre que você se perder em pensamentos, retorne o foco para o objeto.

“Concentração, ou samadhi em sânscrito, é uma força poderosa que você pode gerar para ter uma revelação, ver as coisas claramente e entender sua verdadeira natureza”, diz Nhat Hanh no livro. “O objeto [de sua concentração] pode ser um pedrisco, uma folha, uma nuvem, ou pode ser sua raiva ou medo.” Simples e — acredite! — funciona.

HÁ TAMBÉM QUEM PROPONHA UM JEITO MAIS “racional” de fazer essa mudança. Inspirado por grandes filósofos como os gregos Sócrates e Aristóteles e o francês Jean-Paul Sartre, o historiador Leandro Karnal nos aconselha a substituir a ideia de “sorte”, “azar” ou “destino” por uma de “decisão”, “estratégia” e ” trabalho” para que possamos tomar as rédeas da nossa vida.

Na palestra acima, Karnal explica que, para construir a pessoa que queremos ser — e, por consequência, a vida que queremos ter — é imprescindível que nos conheçamos intimamente.

“É fundamental conhecer-se. A consciência é a chave da transformação”, diz. “O que eu quero? Onde isso vai me levar? Quem sou eu? Isso me torna ou não feliz? Mire em ser mais do que você é, mas saiba exatamente quem você é.”

aim for the stars

Segundo Karnal, a partir desse ponto podemos mapear para onde ir. “Eu estou parcialmente pronto, mas não sou perfeito. Estou em processo de transformação. Eu sou uma pessoa crescendo a cada instante. Tenho partes completamente prontas, outras que precisam de melhoras, e outras que precisam ser criadas”, diz. “É isso o que nós chamamos de construir-se.”

O segredo está justamente em identificar essas partes e agir sobre elas. Notou que é pouco resistente para lidar com os desafios do cotidiano? Exercite o foco e a resiliência. Não está lá muito satisfeito com seu pavio curto? Treine a paciência. Embora nem sempre seja possível mudar 100% do que somos, podemos nos aprimorar — e muito!

Para a psicóloga Carol Dweck, a lapidação constante de nossa personalidade pode inclusive nos tornar mais alegres, satisfeitos e realizados. No livro Mindset — a nova psicologia do sucesso Ed. Objetiva), ela explica que as pessoas que contam com uma mentalidade de crescimento, que procuram aprender coisas novas, são bem mais felizes do que as que possuem uma mentalidade estanque.  

“Embora as pessoas possam diferir umas das outras de muitas maneiras — em seus talentos e aptidões iniciais, interesses ou temperamentos — cada um de nós é capaz de se modificar e desenvolver por meio do esforço e da experiência”, diz Carol no livro. “Acreditar que suas qualidades são imutáveis — o mindset fixo — cria a necessidade constante de provar a si mesmo seu valor.” Em bom português, é carregar uma pedra que só fica mais pesada com o tempo

A PSICÓLOGA ANGELA DUCKWORTH, POR SUA VEZ, sugere uma técnica menos solitária para alcançarmos nossa melhor versão. No livro Garra: O Poder da Paixão e da Perseverança (Ed. Intrínseca), Angela explica que o fato de pertencermos a um grupo faz com que internalizemos seus valores e passemos a pensar e agir como seus membros.

Em outras palavras, se nossa turma é do tipo que acorda cedo, cuida da saúde e se dedica à família, há grandes chances de que façamos o mesmo apenas por nos identificarmos com essas pessoas. O que elas fazem ou acreditam passa a ser o que nós fazemos e acreditamos. É um jeito, digamos, acadêmico de abordar o velho — e sábio — ditado Diga-me com quem andas…

minions

O interessante é que, por essa tese, a nossa identidade — aquilo que acreditamos ser — conta mais do que tudo. É como se, antes de tomar uma atitude, nos perguntássemos: O que o meu melhor eu — aquilo que eu quero ser ou que acredito que posso ser — faria em uma situação como essa? 

Para dar um exemplo, se você gostaria de ser ambientalmente responsável, provavelmente começaria a reciclar o próprio lixo, já que esse é o comportamento de pessoas que se preocupam com o meio ambiente — e você quer ser uma delas.

Seguindo essa lógica, para mudar um comportamento ou jeito de pensar, basta apelar ao nosso senso (ou desejo) de pertencimento. Quer ser um filho melhor? Comece a andar com uma galera do bem. Gostaria de se dedicar mais aos outros? Conviva com gente que faz trabalho voluntário. Pretende parar de fumar? Evite ao máximo o contato com fumantes. “A fonte da nossa força está na pessoa que sabemos que podemos ser”, diz Angela no livro.

Business teamwork join hands together. Business teamwork concept

E HÁ, BEM…, A ESCRITORA AMERICANA SARAH KNIGHT, autora do best seller A mágica transformadora do Foda-se (Ed. Rocco), uma paródia bem humorada do hit A Mágica da Arrumação, de Marie Kondo (Ed. Sextante). No TED (nada ortodoxo) que leva o nome do seu livro (The Life Changing Magic of Not Giving a Fuck, abaixo), Sarah conta como se livrou de uma rotina opressora em uma grande empresa para se tornar freelancer à beira da praia.

(Se você acha que é o único com vontade de mandar tudo às favas e fazer diferente, saiba que não está sozinho. O TED da Sarah já foi visto quase 5 milhões de vezes no YouTube.)

Como Sarah fez isso? Com uma técnica que ela batizou descongestionamento mental. Da mesma forma que nos livramos daquele tanto de tralha que não nos serve mais (geralmente perto do Natal), devemos reunir — e dar adeus! — às quinquilharias mentais que atravancam a nossa mente; parar de gastar tempo, dinheiro e energia com o que nos deixa irritados, contrariados ou para baixo (ou seja, com coisas que acabam com o nosso dia).

E o que é melhor, sem peso na consciência — e sem parecer um babaca. Ir à festa de aniversário daquela colega de trabalho ultra mala só pra marcar presença? Não, obrigada. Participar de amigo secreto no condomínio com gente que não conheço? Nem pensar. Ser a única solteira em um chá de fraldas oferecido pela prima de 3º grau do vizinho? Prefiro pegar piolhos.

É a mágica da sinceridade. Mas, segundo Sarah, só dá certo se você tirar logo o band-aid“O método funciona se você for honesto e educado, quase gentil”, diz Sarah no TED. “Se você demonstrar seu melhor comportamento, não terá por que se desculpar depois. (…) Ao responder com um ‘desculpe, não consigo ir’ a um convite, você foi honesto, educado, e não precisa se sentir mal por isso.”

Da próxima vez que for convidado para confraternizar com o chefe, já sabe: esqueça minha referência aos piolhos.

EMBORA SE TRATE DE UMA VISÃO RELATIVAMENTE NOVA, a ideia de que podemos mudar a nós mesmos o tempo todo é um dos pilares do Budismo. Há mais de 2.500 anos, Sidarta Gautama, o Buda que conhecemos, dizia que, assim como um flecheiro tem como meta moldar as flechas, a tarefa de um sábio é “mudar a si mesmo”.

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No Ocidente, ainda permanece a ideia de que nossa essência está cravada em pedra (o típico Sou assim e vou morrer assim). Vez ou outra aparecem alguns sinais (animadores) de mudança. O filme A missão, que mostra a saga dos jesuítas espanhóis para converter os índios da América do Sul ao Cristianismo na época da colonização, é um exemplo desses lampejos.

Em uma das cenas, o personagem vivido por Robert De Niro — um mercador de escravos à procura de redenção — passa por diversos perrengues ao tentar escalar uma montanha carregando um amontoado de quinquilharias. A bagagem — envolta por uma corda — quase o derrubou inúmeras vezes pelo caminho. Deixou-o exausto, à beira do colapso. Quando finalmente chega ao topo e encontra os índios que tanto procurava (spoiler!), a primeira coisa que eles fazem é justamente cortar a corda que o prende ao passado, à noção que ele tem das coisas e de si mesmo. Uma ação tão simples, tão doída — e tão transformadora. A cena é belíssima e e-mo-cio-nan-te:

ENGANA-SE QUEM PENSA QUE BASTA mudar uma vez para encontrar nosso verdadeiro “eu”. A menos que você seja uma alma iluminada, livrar-se daquilo que não serve a nosso “eu mais elevado” é como limpar a casa ou cortar as unhas — é um processo constante (e às vezes bem chato).

Nossa rotina é um terreno fértil para bugigangas mentais — estamos o tempo todo fazendo coisas que não queremos (e xingando até a quinta geração), nos obrigando a conviver com quem detestamos (porque dependemos desse emprego), aturando  relacionamentos degradantes (deus me livre ficar sozinha). Nosso dia a dia, nossa biologia e nossas crenças conspiram para que sejamos piores do que jamais fomos.

Diante disso, saber que não estamos fadados a carregar todo esse peso pelo resto da vida é um alívio — mas também uma responsabilidade. Afinal, podemos escolher viver nossa melhor versão a qualquer momento. Por que não começar agora?

 

Fontes:

  • As mais belas parábolas de todos os tempos, Vol. 1, de Alexandre Rangel  (Ed. Vozes)
  • Mindset ― a nova psicologia do sucesso, de Carol Dweck (Ed. Objetiva)
  • Sem lama não há lótus, de Thich Nhat Hanh (Ed. Vozes)
  • Garra: O poder da Paixão e da Perseverança, de Angela Duckworth (Ed. Intrínseca)

 

© Espaço Govinda (www.espacogovinda.com.br). Proibida a reprodução total ou parcial deste post sem a expressa autorização do autor. Citações estão liberadas desde que forneçam créditos ao site e link para o conteúdo original.

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